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sexta-feira, março 30, 2007

Vender uma imagem de guerra como arte é obsceno, a reportagem de P2, suplemento do Público de hoje - 6ª Feira, 30 de Março - é extremamente interessante, e mais ainda porque vai de encontro a um dos livros que ando a ler. O Pinto de Batalhas de Pérez-Reverte.
No livro, Reverte conta a história de um fotógrafo de guerra que é abordado por um ex-soldado que fotografou anos antes. Se essa fotografia deu fama e prestígio ao fotógrafo, e é encarada como arte, transformou a vida do ex-soldado, que foi preso e torturado pelo outro lado do conflito, que viu a sua família perecer por causa dessa mesma foto.
Trata-se de um livro pesado, que pensa a questão da guerra, da arte da guerra, pinturas e fotografias, e a forma como nós a encaramos hoje. Trata também do imaginário bélico, e dos soldados e guerrilheiros fotografados ou pintados.
Para Jean-François Leroy, entrevistado na reportagem do Público, uma boa fotografia é "aquela em que estou a ver pessoas na imagem, e não estou a pensar no talento do fotógrafo.Se começo a pensar ´meu deus, que fotógrafo tão talentoso´, isso é mau.
Leroy fala da morte do fotojornalismo, e diz que não quer viver num mundo, já vive, em que o casamento de duas estrelas de Hollywood é mais importante que "a guerra no Iraque ou a fome no Darfur".
Um livro e uma entrevista a ler.

quarta-feira, março 28, 2007

No Sábado, a propósito de uma coleção de cds que o Público anda a oferecer/vender, leio uma entrevista dos Delfins. A páginas tantas, ou a linhas, Miguel ângelo fala da música 1 Lugar ao Sol, e diz que "Da nossa primeira fase, foi das melhores coisas que fizemos".
E há alguma coisa que se aproveite da 2ª fase, pergunto eu?

sexta-feira, março 02, 2007

Depois da rádio, os jornais

Este tipo esta semana anda chato, pá.
O Ípsilon tem um Espaço Público, em que cada leitor pode enviar, até 500 caracteres, uma pequena resenha de um filme, cd, exposição, etc, que tenha visto.
Na página 57 encontra-se a resenha que se baseia neste post, O Labirinto do Fauno.

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

O Ípsilon do Público agradou-me, e nem é tanto pelo aspecto gráfico, confesso que preferia algum do cinzetismo do Mil Folhas.
Enquanto estreia encheu-me as medidas, é difícil os próximos números interessarem-me tanto, o artigo de capa é uma necessidade (deparei-me com vários trabalhos plagiados da internet, com a inexistência da necessidade e da inteligência de alterar o português do Brasil para o nosso Português!!!), a entrevista com Enrique Vila-Matas uma mais valia (ainda que me faça confusão a presença da Shakira em 2 páginas da entrevista, não havia nada menos Shock?), depois temos O´Neill, Forest Whitaker, Clint Eastwood, Música, crítica literária, DVDs, Cds, concertos, cinema e sei lá mais o quê!
Misturar o Y e o Mil Folhas parece-me a mim pior ideia do que ter duas vertentes separadas como acontecia, por outro lado a cromática é por vezes uma ajuda, por vezes é simplesmente uma grande chatice, e a opção por alguns anotamentos publicitários por vezes é um tanto ou quanto desajustada.