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terça-feira, setembro 01, 2009

As costas doíam-me. A mala estava carregada de livros e dvds.
Trouxe 2 Joseph Abbott, The Strain de Del Toro, dois Jim Butcher, alguns comentários, três Swindolls.
Trouxe a 5ª série de Spooks, Estate Play, Three Kingdoms, Doomsday.

E mais qualquer coisa.

segunda-feira, março 24, 2008

De volta

A semana de férias da Páscoa foi para isso mesmo férias.
Li O Lavante de Cardoso Pires, do qual nada mais acrescentarei ao que já foi escrito. Um pequeno mas interessante livro, de um autor de que já tinha saudades.
Voltei a ver novos episódios de Spooks, a série inglesa sobre o dia-a-dia dos espiões do MI5. Uma das minhas favoritas, a par com The West Wing. É com séries destas que vemos a diferença entre a televisão americana e a inglesa. Onde os americanos têm dólares para torrar, os ingleses apostam na história, fazendo-nos esquecer as limitações orçamentais.
Spooks tem vários pontos a favor. Por um lado, em Inglaterra não há o Star System na tv, como há nos EUA, e quando a série tem sucesso os actores são assediados para outros vôos. O que faz com que a dinâmica em termos de plot e cast seja enorme, mas com melhores resultados do que, por exemplo, 24. As personagens desaparecem (morrem, fogem, desistem) mas tudo faz sentido, sem ser necessário matá-las a rodo. As personagens são, também, a cereja em cima do bolo. Não descurando a trama e a acção, em Spooks as personagens são delineadas, descritas e desenvolvidas. A trama política e os jogos de poder também estão presentes. Nunca sabemos ( se evitarmos os sites da net) quanto tempo é que as personagens (sobre)vivem, e muitas das "fugas" das personagens tomam-nos de surpresa. Portanto, altamente recomendável.
Fiquei a saber que o nosso PM é generoso. Quem diria? Deduzo que a maioria dos portugueses teria outra qualidade em mente, mas Sócrates saiu-se com esta qualidade. Ora, é verdade que ninguém espera que o PM seja generoso, alguma coisa poderia correr mal, mesmo. Mas depois de uma reportagem numa revista semanal, em que o passado do PM é escrutinado (e vale o que vale) e lemos dos almoços e jantaradas pago pelo agora PM, e que a reportagem dá a entender como uma forma de grangear simpatias ou parolice, o generoso marcou a minha semana.
Depois de Sócrates, só a imagem do filho de Menezes, o mais novo, com casaco de cabedal, em casa podia fazer mossa. Mas não fez.
O discurso pessoal de Cavaco no site só pode levar a uma conclusão. Façam, o melhor que souberem, o vosso trabalho. Deixem a vossa vida privada para os amigos e família, ou para as revistas cor de rosa. Nada acrescentam, bem pelo contrário, à vida do habitante comum.
A filmagem através de telemóvel criou celeuma. É engraçado ver as reacções. Uns acham que a miúda devia ser expulda, os outros que é um retrato fidedigno do estado do ensino em Portugal, outros ainda arranjam tempo para "bater" naqueles que face a esta situação advogam autoridade, e rosnam contra o fascismo, sumo exemplo da autoridade por estas bandas.
O que, convenhamos, tem piada.
Em Portugal, para muitos (principalemnte idosos) a direita é sinónimo de fascismo, o que é compreensível. Foi nessa cosmovisão que cresceram e viveram parte da sua vida. Atacar a esquerda ou os seus valores é ser fascista, o que em certa medida é também compreensível.
Mas autoridade ou respeito é um valor necessário numa sala de aula, pelo menos e para o caso. As crianças são hoje educadas num ambiente demasiado permissivo e muitas das vezes sem educação, ou normas educativas. O professor é visto como um gajo que têm de aturar até certo ponto. E se em casa respondem aos pais, e batem neles, em alguns dos casos, porque não ao professor também? Há demasiadas epidemias na sociedade moderna. O telemóvel é só mais uma delas. É sinónimo de qualquer coisa. Faz-me confusão que uma criança de 8 ou 9 anos tenha de ter um telemóvel. E pelos vistos, tirar, ou pedir que não se use, um em contexto de sala de aula é o equivalente a chamar um nome feio à mãe.
Passámos do direito do professor bater ao aluno para a inevitabilidade do aluno tirar o pó ao professor. E se o professor estrebuchar muito, junta-se à receita o irmão, os pais ou a família. E é normal ou usual. Ficamos, cinicamente, atordoados pelas imagens, mas este é o raio x da nossa escola. Juntemos a isto o bullying, os roubos, as más condições da escola, os programas (muitas vezes) desadequados, a má educação, de alto a baixo em todos os estratos sociais, dos alunos, a qualidade duvidosa da capacidade de muitos professores e temos uma ideia dos porquês das escolas estarem a tornar-se campos de batalha.

sexta-feira, outubro 12, 2007

Saídas

Há um dito que reza mais ou menos assim, quando um cast de uma série de televisão é quebrado a própria série quebra-se.
Nem sempre é verdade, mas... é mais verdadeiro do que falso.
Uma das minhas séries favoritas, a britânica Spooks, tem tido um cast relativamente móvel. Os actores têm saído por diversas razões (experimentar novos voos no cinema, essencialmente) e os argumentistas têm feito maravilhas com esta dificuldade extra. O que fazer com uma personagem quando o actor abandona a série? Os argumentistas de Spooks têm-se divertido a chocar os fãs e a aumentar a qualidade da série. Mortes, abandonos do MI5, desertação e mais mortes tem sido o ingrediente para motivar quem assiste a série. Com sucesso, diga-se.
Este ano, há, para os fãs de Grey´s Anatomy, a luta contra o estigma do cast destruído. Addison saiu para a sua série, o que desiludiu os seus fãs, a ver se Private Practice tem o sucesso desejado ou se haverá um "boicote" de modo a que a personagem volte ao Hospital de Seattle. O actor que encarnava Burke (Isaiah Washington) foi demitido ou o contrato não foi renovado (vai dar ao mesmo) e a série pode tremer sem esta personagem. Nos dois primeiros episódios Burke tem (sem estar) muito presente e os argumentistas tentam evitar que a sua sombra paire durante muito tempo sobre a série.
Como laconicamente escrevi, uma das personagens mais queridas de Prison Break conheceu o criador ao perder a cabeça, mais uma vez a situação foi desencadeada pela não renovação do contrato, já que os argumentistas não previam a presença da personagem em toda a época e pelo actor/actriz só querer renovar por uma época inteira, outras questões se levantaram, mas não quero deixar muitas pistas.
As saídas (nomeadamente de um actor) de uma série implicarão muito nas audiências seguintes. Com a saída em cena de uma personagem pode-se estar a perder alguns (milhares, no caso americano, de) espectadores, mas pode-se também ganhar outros.
No caso de Spooks a forma como reagiram à saída de alguns actores, numa fase de sucesso crítico e de espectadores) só serviu para cimentar ainda mais a fama e qualidade da série.
No que diz respeito a Grey´s Anatomy e Prison Break ainda é cedo para saber o que vai acontecer.
Mas as audiências de Prison Break já começaram a descer e algo me diz que descerão um pouco mais antes de subirem novamente.

sexta-feira, agosto 24, 2007

DVDTECA IDEAL (A MINHA)


Começo agora por começar a fazer alguns pequenos apontamentos dos meus DVDS. Por nenhuma ordem especial, ou melhor, pela oportunidade que tenho em os (re)ver.

A Lista é longa, comecemos por um francês.



Uma das coisas que mais prazer me dá é conferir a forma como se constrói um texto, a disposição de argumentos e o ponto de vista. O ponto de vista é essencial para determinado texto.

Penso que uma das razões que me levou a distanciar um pouco (cada vez mais, fiquei engasgado na 6ª Série) de 24 tem a ver com a míriade de traidores que podemos encontrar no CTU, na Administração Americana, etc. Serão traições a mais para quem, como eu, é agarrado a West Wing. São duas visões demasiado opostas, e que a determinado momento cansaram-me em relação a uma das séries (neste caso a de 24). Ainda que me tenha aguentado, vibrado e delirado com 4 séries, a partir da 5ª...



Tudo isto para falar de espiões. Devo ter visto todos os filmes de James Bond, e já não sei o que mais me fascinava. Se a ideia de ser um espião, se as mulheres à volta, se o perigo...os carros nunca me fascinaram, nem os de topo de gama. A partir de Timothy Dalton os 007 deixaram de exercer o mesmo fascínio. Gostei de Casino Royal, mas não o encaro como um 007.

Avançando.

Descobri há uns meses a excelente série (qualquer superlativo usado aqui perde-se) inglesa Spooks. Spooks retrata o mundo dos espiões do MI5. Os episódios são actuais, alguns proféticos mesmo, e a vida íntima das personagens minimamente detalhada. Graças a Deus que é uma série britânica, se fosse americana os tiros e os efeitos especiais sobrepunham-se à caracterização das personagens, o que não quer dizer que não haja mortes, tiros e traições na série.


Em Spooks para além da política e das ameaças terroristas um dos temas recorrentes é o impacto da vida de espião na vida pessoal do agente (que vida?), outro que tem vindo à tona tem a ver a moralidade das acções perpretadas pelos mesmos.


Isto para falar brevemente de Agentes Secretos, filme francês, realizado por Frédéric Schoendoerffer e interpretado por Vincent Cassel e Monica Bellucci.

Uma equipa dos serviços secretos franceses é enviada a Marrocos com a missão de destruir um navio que transporta armas para a guerra em Angola. Depois de concluída a missão Lisa é presa. Por quem? Será a missão outra?


Ia adormecendo nos primeiros 40 minutos de filme, achei que o pacing do filme era demasiado lento, mas depois o filme apanhou-me e foi-me surpreendendo. Mais do que gadgets, acção e efeitos especiais o filme mostra-nos a mente destes espiões. Vemos a fragilidade (e as forças) de Brisseau (Vincent Cassel) e Lisa (Monica Bellucci), a solidão da profissão, a falta de amigos, a necessidade da mentira e da ocultação de factos a estes e a familiares, a inevitabilidade de obedecer a ordens, a questão moral, o confronto com as ordens superiores.

Não sei se os escritores deste filme vêem Spooks mas há alguns pontos em comum, ainda assim a aproach é ligeiramente diferente.

O filme é realista e forte, optando por dar uma imagem dos superiores dos serviços secretos demasiado autoritária e impessoal (saudades do Harry de Spooks). Há duas ou três cenas que me parecem perfeitamente desnecessárias. Num filme destes, e na cena em que é, a cena de nudez de Monica Bellucci (2 segundos para mostrar as maminhas, porquê?), a cena em que a espanhola é morta (tanta conversa para quê? Ainda assim bem melhor que a cena de Cassel em Ocean´s 12).


Um filme a ver, mesmo por aqueles (ou principalmente por estes) que dizem não gostar de cinema francês. Excelentes interpretações, mas aqui sou suspeito, já que aprecio muito Cassel. Gostei de ver a forma como a câmara mostra o cansaço, quase envelhecimento de Lisa. Monicca Bellucci transfigura-se, envelhece e mostra o cansaço, e este é para mim um dos triunfos do filme.




7/10

sexta-feira, junho 15, 2007

Ainda não foi hoje que chegaram as 3ª e 4ª séries de Spooks, vindas da Bélgica.
Deus não me quer a ver espiões durante o fim de semana...

quinta-feira, junho 14, 2007

Quando comprei a primeira série de Spooks já a namorara na Fnac.
O problema é que estava marcada a 50€, o que me pareceu excessivo.
Fui passear ao ebay.
Comprei as 4 primeiras séries por 60€. Mais 10 que a primeira na Fnac.
Preço mínimo garantido. Querem mais?
O que mais me dá vontade de rir é a frase da Fnac, Preço Mínimo Garantido!
É que o preço mínimo vai mudando de loja para loja, e destas para o site. Será que os editores têm preços diferentes consoante a zona das lojas da FNAC?

terça-feira, junho 12, 2007

Produtoras

Kudos, a produtora por trás de Spooks (uma das minhas séries favoritas) ou Life on Mars, tem mostrado que tem cartas para dar no mercado anglo-saxónico. Qualidade é a palavra-chave.

quinta-feira, maio 31, 2007

Leilões no E-Bay

Spooks (2ª Série) e Infernal Affairs (Infiltrados 3).
How to Live a Cross Centred Life de C. J. Mahaney.

segunda-feira, maio 14, 2007

Spooks

I´m hooked, ou mais lusitaniamente, estou agarrado.
Spooks é uma série inglesa sobre espiões, em especial sobre os espiões do MI5.
A primeira série aborda, mais pessoalmente, as dificuldades que um dos espiões tem em equilibrar a sua vida profissional com a amorosa. Dizer à namorada que é espião? Convencê-la a viver em perigo por amor?
A série, talvez por ser inglesa, mexe mais com questões pessoais, mesmo quando aborda as razões do terrorismo, do que com efeitos especiais.
É violenta, no 2º episódio, uma das personagens principais (achamos nós) é barbaramente morta, queimada com óleo a ferver.
Existem traições, dentro e fora do MI5, Hugh Laurie (o dr. House) interpreta fugazmente (2 episódios) um dos agentes do MI6.
As storylines não são todas espectaculares, mas estão arraigadas à realidade e por isso mais temíveis. A mentira é vista como o pão nosso de cada dia na vida dos agentes. Mentir para apanhar terroristas, mentir para proteger os nossos entes queridos, mentir por não nos darem o valor devido.
Não sabemos, os próprios produtores o afirmam, se é assim a vida dos espiões, mas pelo menos deram-nos um retrato verosímil, esqueçam o 007, aqui as engenhocas ficam de fora, mas os problemas do dia a dia ganham maior e nova espessura.

quarta-feira, maio 02, 2007

Já o disse, vejo, e por conseguinte compro, cada vez mais séries de televisão.
Dei uma volta no Ebay e tentei comprar, por um preço mais simpático, algumas das minhas séries favoritas e um ou outro filme.
As 5ª-7ª séries do West Wing seguirem para valores, ainda que mais baixos do que as edições nacionais, mais altos do que os que tinha colocado na mente; namorei os dois primeiros Evil Dead, de Sam Raimi e com Bruce Campbell, mas aconteceu o mesmo; perdi Infernal Affairs Trilogy por 0.20£, por ter chegado tarde...
Enfim...comprei Infernal Affairs 2, Primeira Série de Spooks, e dois policiais (um de Hong Kong e outro Sul Coreano) por menos de 30€.
Devem chegar esta semana...