quinta-feira, agosto 10, 2006

Compra

A paciência é uma virtude e a falta de dinheiro acompanha-a, muitas das vezes.
Hoje passei pela FNAC. Comprei um livro Crónicas de António José Saraiva.
Quando saiu há uns anos andava perto dos 50 euros, e eu olhei muitas vezes para ele, mas resisti.
Graças ao verão comprei-o hoje por 11€, na Fnac de Almada.
Vou dar-lhe uma vista de olhos.
Até já.

Curta Metragem

Uma curta metragem portuguesa com algumas parecenças com um filme de sucesso ( e secante, e mau, e que dá uma bruta duma dor de cabeça) americano.
Mais uma piada evangélica, este pessoal ainda vai ser apedrejado, vai, vai.
Mas não por mim...

Private Joke

Uma PJ pra o Tiago (ele vai perceber, vocês é que se calhar, não!).
Abraço.

quarta-feira, agosto 09, 2006

Parabéns atrasados

Os parabéns por um aninho de vida à Miss Pearls.
Keep it Up!!!

A Mi Me Gusta


Dois agentes infiltrados vêm um dos seus bufos ser morto. Entram numa investigação paralela para descobrir culpados. É em duas linhas que se pode contar o mínimo indispensável, para o resto façam o favor de levantar os rabinhos e irem para o escuro de uma sala de cinema.
E vale a pena?

Miami Vice é antes de mais um dos filmes do ano, e, o seu a seu dono, um filme de Michael Mann. Ora, dizer que é um filme de Michael Mann é já dizer bastante. É caracterizar o ambiente, a forma e o estilo do mesmo.
Miami Vice podia ser muita coisa, podia ser um blockbuster de verão à medida dos outros todos, isto é, um filme estúpido para gente imberbe, com nenhum conteúdo e de fórmula testada e pouco variada, e ganhar rios de dinheiro.
Mas Mann optou por outra coisa. Miami Vice tem no seu todo um pouco de Heat e um pouco de Collateral, há parecenças na forma como a história se desenrola, somos levados da mesma forma, um pouco em desuso, de contar a história. E quando digo forma de contar a história não quero dizer que não haja explosões, efeitos especiais, acção, humor e sexo, como nos outros blockbusters todos, mas aqui é diferente. Mais do que divertir estupidamente o espectador, Mann diverte-se a contar uma história adulta, e demora o seu tempo. Na minha opinião Miami Vice não é um filme lento, longe disso, mas para esta nova geração grassará por vezes o secante, já não é esta a velocidade a que estão habituados.
Miami Vice não será um filme perfeito, mas sobe alguns degraus em relação aos dois filmes citados anteriormente, o filme é todo ele uma banda sonora andante, e o início com Linkin Park é delicioso, as interpretações muito boas, a realização é o que Mann nos habituou e a história interessante.
Se tem alguma coisa da série dos anos oitenta? Não faço a mínima ideia... e não me interessa. Miami Vice é realista, crú, triste, violento, negro e cool.
Pssst! Levanta o rabiosque e vai ver.

Há coisas que animam uma pessoa

COMUNICADO

O Senhor Jacobus Adriaanse, principal treinador da equipa sénior, apresentou, nesta quarta–feira de manhã, a sua demissão à F.C. Porto – Futebol, SAD, tendo já se despedido, pessoalmente, de cada um dos jogadores e, em consequência, não ministrou – nem o próprio nem qualquer um dos seus adjuntos – o treino desta manhã, decidindo, igualmente, não acompanhar a equipa na sua deslocação a Inglaterra, onde o F.C. Porto tem agendados diversos treinos e jogos.

Porto, 09 de Agosto de 2006.
A Administração F.C. Porto – Futebol, SAD
Devo confessar que estou bastante satisfeito. As conversas do costume (é tarde para arranjar um treinador, agora estão feitos, vamos assistir a uma repetição das telenovelas de há dois anos...) não me arreliam, para mim o importante é que Adriaanse se foi embora.
Vamos a ver o que acontece agora...
FCP!FCP!

terça-feira, agosto 08, 2006

Cinema

Tive a oportunidade de ver o tão badalado Código da Vinci.
Penso que só os verdadeiros fãs (e os cegos) gostarão desta adaptação.
O filme é quase tirado a papel químico do livro (quase! no final é bem mais abreviado), mas está tão mau realizado que mete medo. Em termos de interpretações também é para esquecer. Tom Hanks prova-me mais uma vez porque é que não gosto dele, a "Amelie" é demasiado ausente e JEan Reno tem a pior prestação de sempre (pelo menos nos filmes que vi, e é um dos meus actores favoritos!). Enfim...só para fãs, e mesmo assim...
Logo, ou amanhã, prometo escrever sobre Miami Vice, o filmaço que Michael Mann, que fincou o pé com os estúdios para o fazer à sua maneira, nos deu este verão.
Até.

segunda-feira, agosto 07, 2006

Carnivale, again

Já aqui falei de Carnivale (em português, A Feira da Magia - que nome pavoroso). Ontem, terminei a primeira série, devagarinho para melhor a degustar. E merece toda a atenção.
Carnivale encena uma batalha entre o Bem e o Mal, em cada geração há dois seres (sobre)humanos que lutam por cada um dos lados.
Carnivale passa-se em plena Depressão Americana, e é mais do que parece. É neorealista, é bem humorada, é fantasiosa, é suspense, é um pouco de Ficheiros Secretos, é tudo isto e muito mais.
Seguimos duas histórias em paralelo, a primeira, a de Ben Hawkins, que corre os EUA com uma feira itinerante (um freak-show, a bem dizer) e que tem o poder de restituir vida/cura/melhorar as pessoas, poder este que leva quer sempre algo em troca.
Do outro lado, temos o joguete das trevas, o Irmão Justin, pretenso pastor metodista que poucoa pouco vai descobrindo a vocação ("O demónio sou eu!").
Nunca, nesta primeira série, as duas personagens se encontram, a não ser em sonhos. Acompanhamos ao longo da série o descobrir das suas vocações, a forma como entendem os seus poderes e o que estão dispostos a perder em troca disso.
Como grande parte da acção se desenrola num freak-show vemos o dia a dia de várias personagens, bem mais estranhas do que poderíamos esperar.
Carnivale não é uma série familiar, mas é uma das melhores séries à venda em Portugal. Pena que tenha sido cancelada na 2ª série.
Confirmem.

domingo, agosto 06, 2006

Para a Maria

Clica aqui, e vocês também, se quiserem.

Convite

Convidam-me a participar numa revista. Dizem-me que o primeiro número é dedicado a uma poetisa galega "por sinal bem bonita".
Não sei como vou participar, mas com argumentos destes quem pode dizer que não?
Mais notícias acerca disto, daqui a uns meses.

O Marcos

O Marcos deve ter 4 ou 5 anos. Se o quisessem descobrir bastava irem à mesa de matrecos, para o Marcos é uma segunda casa. O Marcos é divertido, extrovertido e não tem muita vergonha. Como devem imaginar tornei-me amigo do Marcos e todos os dias fizemos um jogo.
combinei com o Marcos que lhe ia ensinar uma ou duas palavras difíceis por dia.
No primeiro dia ensinei-lhe a palavra energúmeno, e disse-lhe que queria dizer que uma pessoa era meio tonta, burrinha.
Qual a minha surpresa quando no dia seguinte, a jogar à bola, o Marcos chama-me incessantemente: Tiago! Tiago!
A contra-gosto e desviando a atenção da bola, pergunto-lhe o que quer, o Marcos sorri, com um sorriso enorme, e diz: a outra equipa é uma equipa de energúmenos!
Eu ri, e ri a bom rir. O Marcos gostou que os outros achassem piada às suas novas palavras, e aprendeu outras. Umas melhor, do que outras.
Incontinência Verbal, Massa Corporal e Cocofonia.
Como podem ver, eu diverti-me, e acho que o Marcos também.
Um grupo de raparigas diverte-se a jogar matrecos e uma diz desapontada:
- Aqui não dá para fazer cuecas.
E ainda perguntam porque é que a malta mais nova é adepta dos jogos electrónicos.

Intermezzo

Uma semana de "férias" sabe sempre bem.
"Férias" entre aspas porque não foi só descanso, mas também algum trabalho. Estive num acampamento, e há sempre coisas para fazer (lavar loiça, varrer, preparar actividades, etc).
Correu bem. Tão bem quanto queria que corresse. Acho que precisava daquilo. Paz de espírito, animação, conversas, brincadeiras, pregações e discussões espirituais/teológicas.
Agora segue-se uma semaninha de trabalho e depois mais uma semana de férias insulares.
Estou de volta!