sexta-feira, junho 29, 2007

Callema nº2

A Callema já tem um segundo número, posso vender directamente ou podem fazer a encomenda no site da Cooperativa Literária, aqui.
Participo com um texto sem título, mas com pós-título, pancadas, sobre obsessão e sonhos. Para aqueles que acharam as Breves Narrativas negras, ou sado-masoquistas, este prova que aquelas não eram nada disso. Nadinha, mesmo!
Na capa Nuno Júdice, que é entrevistado e do qual se publicam 3 poemas, o primeiro é lindíssimo. Depois, as mesmas secções do número 1, mais uma nova de fotografia.
Aconselha-se, mesmo tendo um texto "aqui do je".
Dizia ontem ao paginador e gráfico da revista que acho hoje, ontem, o número um feíssimo, comparando, claro, com este nº2. As bandanas assentam como uma luva e a revista é, por si só, já uma obra de arte, e um regalo para os olhos. Parabéns, sr. Ilídio.

Verbo Governar - Modo Socialista

O Governo Cavaquista foi conhecido pelas inaugurações, o de Sócrates pelas exonerações.
Para quando uma cadeira? A ver se algum Ministro, ou mesmo o Primeiro-Ministro, cai. No tempo "da outra senhora" deu alguns resultados.

Verbo Governar - Modo Socialista

Eu exonero, tu exoneras, ele exonera...

quinta-feira, junho 28, 2007

Pela boca morre o peixe

Quem me conhece sabe que gosto de política, embora cada vez menos de políticos.
Mas, como admirar o palco sem conhecer/gostar dos actores?
João Pombeiro reúne em Pela Boca Morre o Peixe as frases mais hilariantes, estapafúrdias e non sense da política portuguesa. Faltará lá a de Francisco Louçã a Paulo Portas, sobre o facto deste último nunca ter sido pai, mas a recolha é extensa o quanto baste.
Um livro para quem gosta de política e de lapsus linguae. Um livro actual. E acima de tudo divertidíssimo.
Depois coloco aqui algumas das frases...
A Callema nº2 sai hoje à rua. Aceitam-se encomendas.
Mais novidades aqui.
Com um texto meu, o que pode dissuadir ou não alguns:p

Dar-vos música

Será fraqueza? Mau ou bom gosto?
Esta foi uma das bandas que já tive o prazer de ouvir ao vivo, e se a música na altura me pareceu engraçada, mas nada de outro mundo, gostei bastante da atitude da banda ao vivo!
Fizeram-nos dançar e mexer, mais do que algumas bandas e cantores com mais sucesso e pedigree.
Enfim...Tonight!

Lauro António - Inimigos do Império

A opinião de um profissional sobre o último filme que vi, e que gostei (contra todos, ou quase, os críticos nacionais).

quarta-feira, junho 27, 2007

A Bíblia oferece a cada pessoa e a cada era somente tais respostas às suas perguntas que elas merecem. Sempre acharemos nela tanto quanto buscamos, e nada mais: o conteúdo sublime e divino, se é que buscamos semelhante conteúdo sublime e divino; o conteúdo transitório e histórico se buscamos conteúdo transitório e histórico. A pergunta: "O que está dentro da Bíblia?" tem um hábito mortificante de se converter na pergunta oposta: "Pois bem, o que você está procurando, e quem é você que ousou procurar?" ... Quem está procurando História ou estórias vai preferir, depois de pouco tempo, fechar a Bíblia e abrir seu jornal ou algum outro livro... Não são os pensamentos humanos certos sobre Deus que formam o conteúdo da Bíblia, mas sim, os pensamentos divinos certos a respeito dos homens. A Bíblia não nos diz como devemos conversar com Deus, mas sim, o que ele diz a nós.
Karl Barth - Church Dogmatics (do brasileiro, claro!)
É a erudição ou a piedade o alvo do leitor bíblico? É dirigida à glorificação de si mesmo ou à glória de Deus que possibilitou tudo isso?
James Houston, comentando a passagem acima.

Marketing?

Compro ´religiosamente´, ao Sábado de manhã, o Sol e o Expresso.
Confesso que as principais razões porque compro o Sol são duas rubricas. A crónica de Paulo Portas, especialmente quando é sobre cinema (ou teatro, já agora) e a Cinco Sentidos de Carla Hilário Quevedo.
Agora, ainda que a Tabu não seja uma má revista, transtorna-me andar, quase todas as semanas, à procura desta última - tanto está no início, como no fim, e penso que já por uma ou duas vezes no meio.
Não era preciso, na maior parte das vezes, mas isto obriga-me mesmo a folhear toda a revista!

BêdêTECA




terça-feira, junho 26, 2007

Chris Benoit morto, com sua família

Depois da morte encenada (ao que parece) de Vince Macmahon, a WWE perde tragicamente um dos seus ícones.
Chris Benoit foi encontrado morto em sua casa, juntamente com a sua mulher e filho, no que parece um triplo suicídio. Mais novidades, aqui.
Acerca das taxas moderadoras, o Ministro da Saúde colocava entraves e dúvidas acerca da continuidade da isenção destas para familiares de bombeiros, dadores de sangue, crianças até aos 12 anos e parturientes.
A semana passada ficámos a saber que os abortos ficam isentos destas mesmas taxas...
Todos iguais, todos diferentes? Demagogia? O direito ao aborto coloca algumas mulheres acima de muitos outros pacientes? Há alguma razão lógica para esta medida?

Alentejo

Há coisas que compensam andar 40 quilómetros, numa manhã abrasadora, à procura do Sol e do Expresso.
O quê, por exemplo?
Beber um café e comer brunhol (farturas) ao pequeno almoço.

APAFuuuuuuh...

O futebol é uma actividade financeira antes de tudo, pelo menos o financeiro. Nas últimas semanas andamos a ouvir falar novamente de corrupção, escutas, favores, compras, etc.
Ouvia já não sei quem dizer que se lembrava de uma época em que os presidentes dos clubes eram somente isso mesmo, apareciam uma ou duas vezes por ano, em público e pouco mais.
Eu já não sou dessa era.
Talvez por isso me seduza menos ver um jogo. Prefiro, mesmo mal, jogar. É que ver jogos de futebol bem jogados, com emoção, vão sendo cada vez menos frequentes. Cada vez menos...
Os últimos dois campeonatos nacionais foram doridos. Poucos são os jogos que merecem o preço do bilhete, e mesmo da SporTV, lá se safam os campeonatos espanhol e inglês.
Claro que para isto muito tem contribuído a má arbitragem, problema não luso, mas mundial (cf. as arbitragens dos últimos campeonatos da europa, o de Sub21, por ex.).
Mas, este fim de semana, nas fraldas de Portugal, ri-me.
A APAF (Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol) quer que as televisões eliminem a repetição abusiva dos erros dos árbitros. Porquê?
Porque estas prejudicam "a imagem do futebol em geral, a sua rendibilidade e a sua credibilidade".
E eu a pensar que os culpados por isto eram os árbitros e os dirigentes...
Maior cego é o que vê, e não quer ver.

segunda-feira, junho 25, 2007