Quarta-feira, Julho 15, 2009
A ler e a ver, espero que, nos cinemas nacionais.
Mas já estou à espera de tudo, sendo um filme sueco.
Falcão
Marcou 3 ou 4 golos nas 6 jornadas que estive ao serviço do River Plate no Soccer Manager.
Quarta-feira, Julho 08, 2009
No Teu Deserto
Terça-feira, Julho 07, 2009
Bem, agora que já me lembrei, voltemos a ela. Cada vez leio mais policiais, são o género que mais me agrada. Depois de Henning Mankell pouco mais há que valha a pena, tirando um ou outro clássico. Mankell agrada-me pela dinâmica da trama, pela definição e descrição dos personagens, pela (des)humanidade destes, pela forma como vemos o mundo e as suas incongruências. Falo, atenção, do Mankell que escreve policiais, o outro não me apela tanto, embora as temáticas continuem lá.
Quem me conhece ou à minha dvdteca sabe que o policial, em especial as séries policiais, ocupa um local bem definido e guardado. Há por lá séries policiais inglesas e nórdicas, poucas americanas. E por uma boa razão, os americanos às vezes são demasiado americanos para o meu gosto. Comparem-se as boas séries policiais americanas, que são poucas (posso estar a ser injusto, mas a bem do meu argumento tem de ser assim!), com as boas séries policiais europeias (assim do pé para a mão - Rebus, Van Veeteren, Wallander, Prime Suspect, Silent Witness, entre outras. Ah, Wire in the Blood, uma série tão boa quanto violenta, mas que devia ser essencial para os amantes do género. Para os que têm estômago para ela, claro!) e vemos uma diferença essencial. A profundidade das personagens, dentro e fora do seu espaço de acção, nomeadamente a definição do eu.
Ai, a verborreia...
Daí que tenha andado à procura de outros autores nórdicos, essencialmente, para ler alguma coisita boa e sangrenta no verão. Como se a qualidade fosse uma característica geográfica. Se calhar é, onde andam os policiais portugueses? Não há?
Os romances são diferentes dos de Mankell, a começar pela ambiência.
Segunda-feira, Julho 06, 2009
Das 10 cadeiras no programa, 9 ficaram feitas.
Uma, infelizmente, com 12.
Ainda assim, o saldo é positivo. Média de 16.2.
Não queria mas tem de ser, tenho de fazer melhoria àquele 12.
Maus exemplos
O que aconteceu? A namorada fez de Manuel Pinho, com demissão e tudo.
Já por duas vezes que o Belenses fica na 1ª divisão (estou ciente que tem outro nome,mas sou assim...), embora o que tenha feito no campo o devesse atirar para outra liga.
Decide-se premiar quem devia descer em vez de se premiar quem ficou a um posto de subir. É isto que não me entra. Premiamos os que foram maus, em vez dos que foram menos bons.
Continuo a achar estranho.
Estou farto de ler reportagens sobre Michelle Brito.
Que é a melhor de sempre, que é nova, que grita muito, que é a melhor de sempre, que joga bem, que é a melhor de sempre ainda melhor esta semana.
Se a rapariga chegar ao top50 agarrem os jornalistas porque provavelmente ou lançam um jornal só dedicado à miúda ou começam a sair livros sobre ela.
Somos tão pequenos que até dói. Devemos aproveitar as boas notícias para animar o pessoal cá do burgo ou elogiar quem se distingue, tudo bem. Mas repetir todos os santos torneios o mesmo, cansa.
Leio: Decertamente.
Corrijo, páro. Leio, releio. Sorrio.
Debato-me se devo alterar a correcção.
Deduzo que tenha sido involuntário.
E o involuntário, ainda que belo, deve ser corrigido.
Tenho de corrigir o belo, o que é uma tristeza.
Sexta-feira, Julho 03, 2009
A de Paulo Rangel, depois de gritar que está a fazer uma interpelação.
Os braços em baixo, o tom irritado e uma cara de menino a quem roubaram o gelado.
Uma triste imagem antes de ir para a Europa
