Sentado,
escrevo.
Num velho caderno que me foi oferecido
há imenso tempo, para que me lembre por quem.
Encontrei-o no meio daquelas coisas esquecidas e perdidas que temos em casa.
Achei-o ideal para a história que tenho em mente.
E vou escrevendo.
Até que me apercebo que as folhas acabaram,
e o mesmo não acontece com a história. E não tem sentido
não tem sentido
terminar a estória noutro caderno. Esta narrativa pertence a este caderno.
Triste pelo fim abrupto, caminho
até ao pontão.
Olho para o caderno,
numa tentativa muda
esperando que ele me diga se quer ir inteiro ou separado
de encontro ao frio molhado das águas.
Viro as costas, depois de lançar o caderno.
Escrevo,
sentado.
Pastorear «carneiros» para a mobilidade sustentável.
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Em 2019 o país já tinha uma Estratégia Nacional para a Mobilidade Activa
Ciclável e como isso aparentemente não bastava, em 2023 surgiu também uma
Estratég...
Há 4 dias
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