Este é um argumento cada vez mais usado para qualquer situação.
A minha vontade, acção ou atitude deriva da minha capacidade de fazer qualquer coisa, não importando a moralidade (que é relativa), as consequências (que são relativas), os outros (que são relativos) e a relatividade da coisa (é...adivinharam, também é relativa).
O eu e a minha vontade são os únicos absolutos da nossa sociedade.
E sem querer já fiz o meu primeiro comentário ao debate de hoje.
Fomos criados para a glória de Deus
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*“Lembra-te, só tens uma vida. Só uma. Foste criado para Deus. Não a
desperdices.” *
- John Piper
Há 6 horas
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