No Avis o Francisco continua a contar as peripécias intelectuais pelas quais passa quem tem de ler Paulo Coelho. Já vi que quem por aqui passa também tem a sua opinião muito pessoal (e quase unânime).
Deixo aqui a minha. Tentei ler um livro de Paulo Coelho, Sentei no Rio Piedra e Chorei, mas ainda não tinha lido mais do que 15 páginas e era eu quem chorava. Espiritualmente aquilo não me diz nada ou melhor enoja-me, literariamente duvido que diga alguma coisa a alguém, mas parece que há cegos que vêm e desisti. Pergunto a quem o lê do que é que trata e se gostaram, mas já sei que há duas divisões, os fãs e os que fogem a sete pés. Eu fugi! E fujo!
Cidades: direito a construir e liberdade de mudar
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A transcrição completa do meu texto de hoje na coluna da Oficina da
Liberdade no Observador: Cidades: direito a construir e liberdade de mudar
Devem os pod...
Há 2 dias
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