segunda-feira, novembro 17, 2008
Mean Whiles
Trouxe o portátil para a escola.
No meio do burburinho ruminante da hora de almoço.
Às 15h30 encontro-me com o meu grupo para preparar o trabalho de Publicidade e Marketing.
Rute: O filme de vampiros ficou em águas de bacalhau. Ainda só o começara a (re)ver.
Para que conste é o (excelente - na minha modesta opinião) 30 Days of Night.
Mas sábado foi mesmo dia (noite) de filme asiático. As saudades que eu já tinha. E podia ter sido mais cedo, mas não tive "pica" para ver o Breaking News (de Johnnie To), na 5ª Fª. Esta semana pode ser que tenha tempo e feeling.
O Terra não gostou, achou previsível, do REC. Não tivemos tempo para discutir. Ora, na minha modesta opinão, há poucos filmes de terror verdadeiramente imprevisíveis. De momento só me lembro do excelente The Mist, com Thomas Jane.
Aquilo em que REC é mestre é na capacidade de nos assustar, na adrenalina e sensação de claustrofibia. REC é previsível? Admito que sim. Mas mesmo assim é melhor do que 4 ou 5 filmes de terror americanos juntos. Mas REC ganha mais se for visto no conjunto da obra de Balagueró. Se virmos Os Sem Nome antes, REC ganha maior consistência e sentido.
De qualquer modo, entre cinema de terror asiático e espanhol, venha o diabo e escolha. O terror nestas terras está bem de saúde e recomenda-se. De terras do Tio Sam há muito tempo que não vejo nada verdadeiramente estimulante. Mas fica prometido, rapaz, a seguir escolho-te um ou dois dos meus favoritos, via ásia.
quarta-feira, maio 07, 2008
Balagueró, otra vez

quarta-feira, fevereiro 27, 2008
O Segredo

Primeira, porque tenta, mas não mete medo. Um episódio de Supernatural causa mais pele de galinha do que este filme. Não mete medo, não assusta, tem suspense, mas pouco.
terça-feira, janeiro 29, 2008
Terror


Uma nota final para a péssima edição nacional (?). Aparentemente devemos este festival de erros na capa do DVD e de uma legendagem em brasileiro (não, é mesmo brasileiro) a Eurocinefilms. Uma miséria.
Traz um trailer, em espanhol. O resumo, na capa do DVD traz erros em quase todas as linhas e quem o escreveu não sabe que há uma coisa chamada vírgula.
Se o filme não fosse tão bom, pedia o meu dinheiro de volta.
8/10
sábado, setembro 08, 2007
Do Terror
Vi alguns Halloweens, mas cansei-me. Passar uma hora e meia a ver um tipo de máscara a andar atrás de pessoas que correm mais do que uma maratona, leva uma pessoa ao cansaço.
Vi os Pesadelos em Elm Street, gostei do primeiro e do último, último antes do que o que o coloca frente a frente com o Jason de Sexta-Feira, 13. Que também vi, mas... (a ideia da maratona, mas numa floresta...)
Hellraizers, bruxas, fantasmas, extra-terrestres, cemitérios de animais, peixes, Peter Jacksons em início de carreira. Foi um ver se te avias.
Não deve ser à toa que o filme que mais me aumentou a tensão foi Os Outros, muito por culpa do jogo de cintura da máquina de filmar e dos momentos de suspense. Nada de novo, mas a presença de Kidman pode ter ajudado. Depois da neurose do então marido Cruise em Eyes Wide Shut, foi a neurose para com as crianças, que não podiam apanhar luz, que me convenceu.
E agora esta nova vaga de filmes de "terror" asiáticos que tenho visto. Entre aspas porque tenho difculdade em utilizar o terror. Que tenho visto e que muito me têm impressionado. Explico, uma vez mais.
The Ring e The Eye surpreenderam-me. Não tanto pela capacidade de infligir medo, mas...
Pela capacidade de fazer um excelente filme visualmente com pouco dinheiro, como The Ring que custou pouco mais de 300 mil contos e ao contrário da maioria dos filmes de terror pouco me assustou ao vê-lo, mas deixou-me uma sensação de desconforto (e medo) depois de ter terminado.
Pela humanidade, poesia, volta como mostra o medo do desconhecido sem cair nas opções narrativas de 6º Sentido. Em termos de actores será menor do que o americano, mas é na construção visual (simples) que The Eye consegue vencer, na minha óptica o já citado 6º sentido.