Por mim podem fumar enquanto lêem este blog, ou não, depende da vontade, hábitos e consciÊncia de cada um.
Eu sei que posso não estar com a maioria mas neste assunto penso desta maneira.
Parece-me um pouco absurdo numa época de liberdade (?!) e de falso respeito pelos outros impedir que uns fumem, somente porque me sinto incomodado. Quantas vezes me sinto incomodado e não digo nada? Conheço um café em que era proibido fumar, resultado? Fechou, o número de clientes era demasiado baixo para que se mantivesse aberto. Quantos cafés, restaurantes, bares e etc. se manterão? é uma pergunta que gostava que me fosse respondida. Quem anda comigo de carro, sabe que não fuma lá dentro. Mas se eu andar no carro de algum fumador, não tenho problema que ele fume (embora me tenham perguntado sempre! ) Penso que será uma questão de bom senso e educação. Temos sempre medo de perguntar ou dizer qualquer coisa.
Por outro lado, poderá o Governo manter-se e às suas leis sem o dinheiro proveniente das tabaqueiras?
Lembro-me de quando entrei na minha faculdade, um jovem caloiro ainda. A zona de fumadores era tão grande como a dos não fumadores, e estava sempre cheia (embora metade das pessoas que lá estivessem não fossem fumadores); hoje a zona de fumadores é um cubículo, mas quantas vezes há não fumadores no meio?
Encaro este problema em parte como a questão das touradas, em parte porque o tabaco é cangerígeno e provoca doenças cardiovasculares e outras. Parece-me que há razões para não fumar, mas intrometer-se na liberdade alheia...
Penso que seria mais justo, para todos, uma lei que obrigasse todos os sítios onde se fuma a terem um local para fumadores, com boa ventilação.
Estou à espera que este texto crie alguma polémica, esperarei (sentado) por ela.
Até lá
4 comentários:
Well, you know what I think, so why bother to write it down?
Acho que essa teoria de "intrometer-se na liberdade alheia" é uma grande treta... não vou proibir ninguém de fumar mas também não vejo sentido em criar espaços em que se encoraje a fumar. But that's my opinion. "Liberdade alheia"... E é por se tratar da "liberdade alheia" que vou deixar de me preocupar com a saúde das pessoas? Ou com o facto de ser um vício? Acho que qualquer coisa que vicie é contraproducente.
Ola' Tiagao...
Nao sei se ainda estaras por ai, sentado a espera da polemica, ou se entretanto ja nem poes a vista em cima deste post ca' de baixo...
Esta questao e' complexa e aceito que talvez existam solucoes intermedias. Eu acho que cada um e' livre de fazer o que quer da sua vida. A questao e' que ser fumador passivo pode matar ou causar outras maleitas. Por isso, mal por mal, prefiro a proibicao.
ver
PS: teclado alergico a acentos
Oi, Asa, obrigado pelo comentário. Sou tolerante e aceito todas as contribuições. Obrigado por ter gasto tempo aqui neste modesto blog.
Li o seu blog e tive saudades, de ver um Wim Wenders, embora tenha de confessar que não vi o Lisbon Story.
No entanto As asas do desejo continua a figurar na lista de preferidos.
Li com atenção, humor e algum desdém o seu blog. Não se assuste o desdém tem somente a ver com a questão de cerveja! Nada de pessoal!!!
Queria ter deixado este post no seu blog, mas não deu, esperando que o veja aqui
uma beijoka (se aceitar tamanha intimidade)
Tiagão
Enviei esta mensagem para a morada de email que aparece no teu perfil do blogger mas veio devolvida... Assim terei que a deixar aqui... pode ser que a leias
Ola’ Tiago
So’ hoje li a tua resposta ao meu comentario no post sobre nicotina.
Obrigada pela tua leitura atenta do “deBLOG…”. Nao ha’ nada melhor do que um leitor atento. E’ muito importante estar atento... Atentos ao que somos, ao que fazemos, ao que dizemos... Estar atento... os ingleses dizem “to me aware” ou “to be mindfulness”. Em portugues tambem usamos "estar consciente" como um sinonimo de “estar atento”. E e’ tao bom estar plenamente consciente em vez de andar “a viver dormindo”.
O teu blog e’ muito grande por isso a minha leitura foi atenta, mas nao extensiva. Gostei muito do teu primeiro post e da ideia subjacente ao blog. A verdade e’ que as coisas a primeira vista insignificantes talvez sejam as mais importantes.
Beijinhos
asa
PS: Noto uma certa influencia das terras de Vera Cruz na forma como escreves. Parece que te oico falar com um certo sotaque brasileiro?
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