Leio no Mil Folhas do Público uma resposta de Filipe Faria (autor das Crónicas de Allarya) a uma pergunta sobre a arrumação dos seus livros:
"De forma ordeira nas prateleiras, em ordem decrescente de tamanho e com a maior harmonia cromática possível"
Eu que tenho tudo junto na maior parte das vezes, tentando juntar quanto muito a ficção, a política, os ensaios, etc...
Ensaiei numa das prateleiras o método enunciado.
O Proust ficou ao lado do George Orwell, o José Carlos Somoza ao lado do Vasco Pulido Valente e do Stefan Sweig, o João Mário Grilo ao lado da Karen Armstrong e o Swindoll ao lado do Dostoievski.
Ao olhar para a prateleira a primeira palavra que me vem à mente é ecletismo.
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