Os evangélicos americanos (e não só, como é óbvio) têm a mania de chamar de evangélico todo aquele que faça algo que caia no seu raio de acção.
Foi essa a realidade com Mel Gibson, de vido ao seu filme A Paixão de Cristo. É óbvio que a mensagem era igualmente evangélica, mas caiu-se no erro de transformar Gibson em Evangélico (quando todos sabem que o senhor é católico), o mesmo aconteceu também com Tolkien e com muitos outros.
Estou por isso ansioso pela fogueira que lhe vão fazer se o projecto da aparição de Fátima se concretizar.
Temos de ser mais comedidos nas nossas avaliações, ou pelo menos chamar as coisas pelo seu nome. Que mal há em um evangélico ver um filme católico, com uma mensagem bíblica? Ao que sei não é um pecado, será?
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