Diz a Verónica em relação à história das pedradas.
Epa' Tiago, que mauzura...Conta la' o resto da historia... Qual foi a reaccao do teu irmao e outros pormenores relevantes.
Que cusca pá!:p
O essencial tá lá. Éramos dois catraios. Estavamos numa brincadeira (estúpida), eu atirava a pedra e ele apanhava, e vice-versa. Ele olhoou para o lado e apanhou com a pedra em cima do totiço. NEm me lembro se apanhei da minha mãe ou não, mas lembro-me que nunca mais brincamos com pedras, pelo menos tão grandes.
No entanto lembrei-me duma outra história. Estavamos em Alverca, na casa duns primos meus. Eles tinham castanhas e nós queríamos comer castanhas. Qual a melhor maneira de as cortar?
A minha tia tinha, e tem, uma faca de cortar bacalhau das antigas. Presa pelo bico a uma base de madeira, e então..............
Colocavamos a castanha debaixo da faca e descíamos o gume da faca sobre a castanha. Que bela ideia. O senão aconteceu quando o meu irmão colocou o dedo antes da faca ir abaixo. Ficou com o dedo pendurado e o sangue a jorrar. Valeu o susto, a faca não cortou nenhum tendão e o dedo ficou bom. Até hoje a faca continua atada. A minha tia nunca mais a utilizou.
destes tempos
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A reforma na Igreja: há cem anos os padres eram os primeiros a saírem de
casa para auxiliar os fieis. Hoje são os primeiros a correr para o
isolamento.
Há 2 horas
2 comentários:
Tiago, chega de historias sanguinarias....ohhh
Eu se fosse o teu irmao...
Agora quando alguem me chamar ignorante vou responder:
"Eu amanha poderei saber mais, mas o irmao do tiago sera' sempre o irmao do Tiago." ;-)
PS: Va' la' que so' me chamaste cusca. Costumam-me perguntar "Mas tu trabalhas-te para a pide?". Livra, sai para la'! Sorte a minha que vivi poucos meses de co-existencia com a pide.
Acordei a pensar nesta coisa insignificante.
TRABALHASTE e nao TRABALHAS-TE
Que horror... Acho que tive pesadelos...
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