quarta-feira, novembro 30, 2005

What the?

Andava eu a sacar umas versões, quando encontrei esta musiquinha pelos Within Temptation!!!

We're gonna have a gothic christmas
That is what we'll do
We're gonna have a gothic christmas
Hope you'll have one too
Santa's going to wear a black dress
Just for me and you
Santa's going to grunt in Latin
And slay a dragon or two

Rudolph, he will change his name
Cuz Rudolph just sounds really lame
Now we'll call him Ragnagord
The evil reindeer overlord
His nose it shall be red no more
It will be blackened to the core
His eyes will glow an evil glow
To guide the chariot through the snow
We want to wish you a gothic christmas
We want to wish you a gothic christmas
We want to wish you a gothic christmas
We want to wish you a gothic christmas
We're gonna have a gothic christmas
That is what we'll do
We're gonna have a gothic christmas
Hope you'll have one too
We want to wish you a gothic christmas
We want to wish you a gothic christmas
We want to wish you a gothic christmas
Hope you'll have a gothic christmas too

Nham Nham

Fiz um bolinho de chocolate, húmido por dentro.
Claro que tudo tem os seus senãos, e achando que o bolo estava demasiado crú, coloquei-o um pouco mais dentro do forno. Talvez tenha sido o erro da primeira vez. Da próxima vez fica menos tempo.
De qualquer modo a receita foi tirada do livro, e programa, Na Roça com os Tachos, e para quem gosta de bolos de chocolate, é de chupar os dedos...

terça-feira, novembro 29, 2005

Esta mistura é capaz de dar uns problemas

Acho que nós, os Portugueses, somos pessimistas, mas mesmo assim, ainda somos (com ou sem álcool à mistura, optimistas. Somos um bando de pessimistas optimistas, linguarudos e sonhadores.
Eu acho que somos, ou gosto de achar, pelo menos...

segunda-feira, novembro 28, 2005

Fecha a boca ou sai...

Há frases que me dão vontade de trucidar quem as profere.
Há várias, deixo aqui algumas:

- Pode destrocar-me esta nota? (Normalmente faço um ar compugido e pergunto-lhe o que é que ela realmente quer? Conversa?)

- Vende meia sopa? (A esta penso em responder: Só aos que têm meio cérebro).

- Palmas para Jesus. (Aqui confesso que não me apetece trucidar quem a profere, apetece-me metralhar até à infinita casa decimal).

- Amén, Aleluia. (Quando fora de contexto, para quem os utiliza em todos e quaisquer casos. Odeio o vocabulário cristão colocado fora de tempo e espaço. Ex. - Dói-me a cabeça. - Aleluia. Amén!)

Estes são alguns dos meus exemplos. Quais são os vossos?

Lembrem-se

"A alegria não está nas coisas, está em nós."
(Goethe)

Na Blogosfera

Conferir a pergunta deixada pelo What do you represent?

domingo, novembro 27, 2005

Excerto...

Há quem decida correr, ou ler, ou fumar um cigarro. Eu ponho-me à frente do computador.
Olho para o ecrã branco, acho que no passado era uma folha branca, e decido ser deus. Assim com letra pequena, porque o poder dá-me náuseas, mas às vezes é preciso.
Sinto que tenho medo, além do prazer, de criar algo a partir do nada. É estranho olhar para algo que sabemos que foi criado por nós. É infinitamente bela a noção de que somos capazes de criar.
Muitas vezes não depende, completamente, de nós. Quando se faz um filho não escolhemos todos (nenhum!) os seus atributos.
A verdade é que escrever acalma-me. Não é tanto o escrever algo, mas escrever sentimentos, sensações, ideias. Não é a história, a acção que me acalma, não são as personagens a interagir que me animam. É a tentativa de algo mais interior vir à superfície, é a tentativa do irracional racionalizar-se. Não quero explicar nada, inventar nada, criar nada.
Quero ouvir, ver, sentir através das palavras.

Cavaco Silva

Li um livro de Cavaco há umas semanas, "Crónicas de uma crise anunciada", deixo aqui algumas das frases desse livro. O livro consiste em vários textos escritos durante, e após, o governo de Guterres.
Nos últimos dias, dei comigo a pensar sobre como inverter a situação, sobre o que pode ser feito para que os problemas sejam enfrentados, e não se arrastarem até ao ponto de quase ruptura. Tive muita dificuldade em encontrar uma resposta adequada.
Como sou defensor da estabilidade governativa, não posso dizer: mude-se o Governo.
(...)
Eu também não apostaria na hipótese de o Presidente da República tomar a iniciativa de demitir o Governo, como alguns analistas parecem crer. No quadro constitucional português, o Presidente da República só demite o Governo em situações políticas muito graves, como poderia ser o caso de uma ruptura interna no PS (...)
Espero poder esta semana recomeçar a postar com mais frequência.

quinta-feira, novembro 24, 2005

Despistes Mentais

Nunca teria dado para detective. Consigo dar atenção às pessoas, ver se há algo de errado, mas sou demasiado despistado. Esqueço-me facilmente do telemóvel, da carteira e de outras coisas por aí, às vezes descubro-as imediatamente, outras nem por isso.
Há uns 2 anos, estive com uma prima, depois no regresso para casa dizia à minha namorada a .... está mais gordinha. A resposta foi: "Hum...aparte do facto de estar grávida?".
Definitivamente não daria para detective:p

quarta-feira, novembro 23, 2005

Caros Formadores

"Quem não compreender um olhar dificilmente compreenderá uma boa explicação"
M. Quintana

The Dictators

Andava a namorar um livro. Ah não sabiam que também se namora com os livros? É uma realidade.
Mas o livro deixou-me de pé atrás, achei-o demasiado caro, pelo menos para a minha presente situação económica.
Na 2ª Feira passe(e)i pela FNAC, queria ver o que havia, às vezes (agora nem tanto) há algumas coisas interessantes por preços igualmente interessantes.
Encontrei o dito livro, em edição inglesa por menos 24 euros da portuguesa.
Obviamente agarreio-o e sussurei-lhe ao ouvido: " Já não escapas".
De que falo eu?
The Dictators de Richard Overy, um estudo das ditaduras alemãs e russas (nas pessoas de Hitler e Stalin), dos pontos comuns e divergentes, uma análise de como foi possível os povos de ambos os países deixarem-se levar por tamanha crueldade em forma humana.
Já o juntei à minha lista de livros sobre a 2ª Guerra Mundial e sobre as figuras de proa deste acontecimento. Está ao lado de biografia de Churchill.
E pronto, acabou-se o curso de formação.
Foi bom, melhor ou pior do que estava à espera, dependendo das situações. Foi interessante. foi animador, constrangedor, enriquecedor e prático.
Mas falta o último passo, o mais importante. Haverá abertura profissional para colocar em prática o apre(e)ndido? Esperemos que sim...

Ai, ai

A formação/educação superior tem demasiadas lacunas actualmente para poder ter nota positiva. É a realidade.
Na 2ª Feira, uma das jornalistas falava numa das acções de campanha do Pai Soares, e referia o número de ouvidores presentes. Alguém me explica o que são ouvidores? Onde andou esta senhora nas aulas de Português? Teve algumas?

House! House! House MD...

House MD is the best new thing. Apanhou-me de surpresa e os episódios que já vi (os primeiros 6 e alguns da segunda série, 3 acho eu, são muito, muito bons)!
Estamos na área da medicina, mas não pensem em ER.
House trata de doenças raras e estranhas, trata de um médico com dificuldades de relacionamento (anti-social, é o termo!!!) e da sua equipa de trabalho.
House é tmbém produzida, e de vez em quando realizada por Brian Singer (o senhor dos Suspeitos do Costume e de X-Men). Por isso, e porque estou a dizer a qualidade é garantida.
Não vou conseguir caracterizá-la como merece, mas fica a dica, se tiverem o Funtastic da Tv Cabo ou se tiverem (de outro qualquer modo) acesso ao Fox, House é transmitida às 3ªFeiras e aos sábados à noite. Ou então esperem pelo DVD, em edição internacional ou nacional.
É delirante ver o Sô Tor a tratar sinceramente e sem o mínimo de interesse pelas patologias referidas os pacientes.
Vejam...o mais depressa possível!

terça-feira, novembro 22, 2005

Tenho posts escritos à espera de serem postados. Tenho uma autoscopia hoje à tarde. Estive toda a manhã na loja, desde bem cedo. Começo a dar explicações na 5ª Feira.
Prometo tentar escrever qualquer coisa mais logo, depois da autoscopia.

sexta-feira, novembro 18, 2005

Se não trabalhar não recebo. Se faltar a uma aula, tenho de a dar mais tarde. Quanto mais cedo acabar, mais depressa entro de férias (ainda que sem dinheiro).
Por essas e por outras a greve de hoje não me diz nada, mas pelo sim, pelo não entro em greve aqui no blog até amanhã, ou Domingo.

Beijokas e abraços

quinta-feira, novembro 17, 2005

Relatividade

Hoje o (jovem) cristão tem receio de partilhar a sua fé. Tem medo que o ridicularizem, ou chamem de fanático, tolo, irracional, e muitas coisas mais.
Neste início de milénio pós qualquer coisa (modernista ou não) o cristão cala-se, mais ou menos, simpaticamente, mas não coloca grandes entraves quando os amigos falam de astrologia, de como os "membros" de cada signo são de determinado modo.
Todos falam sem pudor daquilo em que acreditam, o cristão (convicto que acredita na salvação) cala-se!

quarta-feira, novembro 16, 2005

Educação pelos pólos

Confesso que gostaria, já, de ter ido a um dos concertos do Tiago. O tempo e mais um ou outro factor impossibilitou-me.
No entanto, ao ler/ver um dos cartazes apresentando os Nínivitas veio-me à mente um facto. Somos mais propensos a entender/guardar/revelar um facto pela negativa do que pela positiva.
O nome do grupo é uma alusão directa a um episódio bíblico. Entendo, e espero que com alguma razão, que o nome é um statement religioso, o qual alude à história de Jonas. (Se não sabem do que estou a falar, pesquisem, abram uma das Bíblias no Antigo Testamento e procurem o livro do profeta fugidio, é pequenino, lê-se de uma penada!).
Voltando à questão, quantos sabem quem foram os ninivitas? Quem entende a ideia do título? É demasiado obscuro, é demasiado alternativo (nestes tempos conhecer minimamente a Bíblia, mesmo dentro das igrejas, é obra!).
Mas a realidade é que a história de Jonas ainda é das mais conhecidas, embora esta questão dos ninivitas fique de fora. Peguemos então noutra história, utilizando a nossa cultura actual. Imaginem que uma banda portuguesa, uma boys band, se decidia chamar Os Sodomitas(e já faltou mais, estou a contar os dias, ainda vou ganhar royalties com isto! Deus "ma" livre) , mesmo ignorando a história de Sodoma e Gomorra, todos ou a maior parte de nós saberia explicar o sentido do nome.
Os jornais de 6ª Feira e de fim de semana estavam pejados de entrevistas com Saramago. Como escritor admiro-o por dois ou três livros (o Memorial do Convento, O Ano da Morte de Ricardo Reis e o Ensaio sobre a Cegueira), mas abomino-o (quiçá uma palavra demasiado forte) por quase todos os outros. Lembro-me de ter deixado a meio o Todos os Nomes numa espécie de sonolência doentia, e de ler as últimas 10 páginas, para ver como a coisa acabava. Perdi demasiado tempo com aquele livro.
Lendo as entrevistas compreendo que o problema é meu, as entrevistas destilam Saramago, a opinião política, a repulsa pela direita, o pessimismo extremista, e a obsessão pela morte estão lá. tanto nas entrevistas, como nos livros. Só vai às cegas quem quiser.

segunda-feira, novembro 14, 2005

Grandpa, the one and only

Só conheci um dos meus avôs, o outro morreu ainda a minha mãe estava a entrar na adolescência. Dizem que sou o retrato vivo dele.
O meu outro avô é doente dos nervos, não me lembro de me ter levado a mim (ou aos outros netos) a algum lado, nunca nos levou ao parque, a passear, abria sempre a boca para dizer não faças assim, cuidado com isto ou com aquilo.
Sempre tive um pouco de inveja dos outros avôs, daqueles que iam buscar os netos à escola, que lhes compravam doces ou afins, que brincavam com eles, principalmente ou porque as histórias que ouço do avô materno me criaram essa imagem.
Desejamos sempre o que não temos e desdenhamos do que temos...

Foi difícil ver o avô Falcoeiras padecer de Alzheimer e Parkinson, o que aliadas à doença de nervos não foi fácil. Esteve alguns meses num lar, porque estava a dar com a minha avó em doida (literalmente). As lágrimas vinham-me aos olhos quando o via olhar para nós e pedir que o levássemos para casa, que ele ali não queria ficar. A dor é difícil de explicar, só sentimos falta do que temos quando já não o temos.
Ver alguém que amamos lutar contra algo que não entende é...doloroso, dói demais, como diz um cantor pimba da nossa praça.
Amanhã o meu avô vai ser operado, uma coisa de somenos importância, uma operação de rotina ao nariz, à sinusite. Imagino que para o sistema nervosos dele seja uma provação enorme. Não o fui visitar, tento apagar o erro, com este post!

Há um ano escrevia (2)

Deitado na penumbra do quarto, descansa do acto. Vai afagando o corpo da companheira.
Está quase a cair no sono quando a ouve dizer : "Tenho sida!".
Num instante acorda, e pensa em como se viu nesta situação. A noite começara num dos bares in da cidade. Tinha ido só, mas saíra acompanhado. Uns olhares aqui e ali, um copo pago e um convite acabaram a caminho de casa no carro. Daí para a cama tinha sido um pulo. Quem pensa em proteção ou em outra coisa qualquer?
O álcool nos organismos também ajudara.Mas... sida? E porque só agora? E porquê dizê-lo assim?
Apeteceu-lhe gritar, sentiu-se enojado, com azia.Foi então que ela repetiu o que tinha dito: "Tenho sede".
Estupidamente, conseguiu dizer: "Uh?""
Tenho sede, repetiu ela, podes ir buscar-me um copo d´água?""Cla- cla-cla-claro!" conseguiu balbuciar.
A tremer, mas aliviado, foi até à cozinha...

Há um ano escrevia...

Norman Davies

"It is an example of the modern compulsion to know more and more about less and less".

Pouco profícuo

Hoje estive na Bertrand, a bem da verdade estive eu e a minha mais que tudo.
Fomos comprar a prenda para o pai dela, "O Velho e o mar" do Hemingway, e a excelente escolha editorial (não vou conseguir enfatizar o suficiente) "Na Roça com os tachos", a versão em papel do excelente programa de televisão.
Enquanto observava a oferta, vi uma colecção de livros de ALan Kardec.
Confesso que fiquei desapontado! Somente um livro (UM!!!) era dedicado às obras póstumas.
Esperava que um espírita de tão alto gabarito escrevesse mais do além túmulo!
Scolari teima em convocar e dar a titularidade a Ricardo, independente da forma física ou psicológica deste.
Considero Ricardo o melhor GR português entre os postes, mas um dos piores fora destes.
Ora, se Scolari não abdica do rapaz do Montijo só me resta perguntar: Ainda ninguém se lembrou (seja na selecção ou no SCP) de dar treino específico ao moçoilo?
A minha instrutora de condução ao ver que eu tinha algumas dificuldades na marcha atrás tratou de me dar uma aula específica, durante 40 minutos o Tiago andou a fazer marcha atrás. Não fiquei nenhum ás a partir daí, mas melhorei muito.
Não podem fazer o mesmo ao Ricardo?
É que não me interessa que ele saiba marcar penaltis, ele está lá é para impedir que a bola entre na baliza e já agora para dar mais confiança à equipa.

domingo, novembro 13, 2005

Eddie Guerrero morreu hoje!!!

A estrela da WWE foi encontrada morta no quarto de hotel. As causas ainda são desconhecidas.
Mais notícias aqui e aqui.

sábado, novembro 12, 2005

Tigre arranca braço a jovem grávida

Aparentemente o que acontecei foi que uma jovem de 24 anos, de origem romena e grávida de 4 meses tentou acariciar o tigre, enjaulado, colocando o braço entre duas grades. O tigre atacou-a, desfazendo.lhe parte do membro citado.
O que escrevi acima é baseado nas informações dades pelo Público, de hoje.

Ora, na mesma notícia vem a reacção da Liga dos Direitos dos Animais, que como é da praxe resolve sempre dar um ar da sua graça. Notem, vocês que eu não gosto de circo, nem um bocadinho, mas ainda gosto menos das Ligas, e afins, dos Direitos dos animais.
Ora a frase que vem na notícia é esta:
Um tigre do Circo Atlas arrancou ao final da tarde de 5ª Feira parte do braço a uma mulher que o tentou acariciar na sua jaula, o que para os defensores dos animais, mostra "as condições de Stress em que vivem" estas feras.

Vocês desculpem-me, mas um tigre arrancar um braço a alguém é sinal de stress? Não estou a dizer que não esteja, mas esta noção de causa-efeito é...estranha. Convidava este senhor, ou senhores, a irem ter com um tigre em liberdade, e tentarem acariciá-lo. O que acontecerá? Porquê?
Defender determinada causa é justo e lógico, agora discuti-la com base na estupidez e falta de inteligência parece-me um crime público!
Sabem o que é o Royal Rumble? O Royal Rumble é uma das variáveis da luta livre, uma vez por ano são escolhidos vinte e qualquer coisa atletas. Cada um deles entra no ringue de 60 a 60 segundos, e haverá alturas em que o ringue estará bem pejado. O objectovo é enviar o adversário para fora do ringue, desqualificando-o. Os últimos dois lutadores a manterem-se dentro de ringue, lutarão de acordo com as regras do costume.
Ora, ouvindo e lendo acerca apelos e discursos dos nossos "atletas presidenciais", lembrei-me do Royal Rumble. Cada um deles anda a ver quem consegue lançar fora, anda a escolher o seu adversário principal. Não nos enganemos, o adversário da esquerda é o bicho maldito chamado direita. Depois, há os outros, para uns é o antigo camarada, para outros um velho e nada renovado camarada, para uns o PS que é igual ao PSD, para outros o PS que é tão mau, ou pior, que o PSD.
E de produtivo, a verdade é que não fica nada.
As frases dos cartazes de Soares são piadas, afrontas mesmo à generalidade dos portugueses ("Soares une os portugueses"( só se for contra ele, mesmo); e "Os portugueses confiam em Soares" (ou qualquer coisa do género, o que até seria verdade se Soares fosse nosso colega num peddy-paper, ou num concurso da National Geographic, mas no Governo...?!).
Depois quando Soares abre a boca é para afrontar Cavaco, já o sabemos. Não é nada de novo. O outro dia ouvia Soares falar de pessoas que estão na política para proveito próprio, para ganhar dinheiro, e porque não fazem mais nada fora da política. Os jornalistas disseram que Soares falava de Cavaco, mas a mim vinha-me a imagem de Soares pai e filho à mente. As viagens ao mundo de Soares, o oportunismo político de João, as histórias de diamantes e terrenos ali para a OTA, a Fundação Soares (ainda esta semana vinha uma notícia nos jornais...), enfim...

Ainda alguém o leva a sério?

Scolari veio ontem pedir aos jogadores para se empenharem nestes dois jogos de preparação, e para avisá-los, quem não se empenhar pode perder o barco.
Alguém acredita que depois de não sei quantos anos com a mesma equipa, mais ou menos empenhada, mais para o menos do que para o mais, Scolari fosse mudar agora?
Scolari encara a selecção como o seu clube, já se percebeu. É ele que escolhe e chama os jogadores e pelas escolhas já percebemos que o lago onde vai pescar é relativamente curto. Se Scolari tivesse mais opções, não convocava sempre o Ricardo, ou o Postiga, ou tantos outros que mesmo a arrastarem-se, por vezes, nos clubes são chamados, vez após vez, à selecção.
Daí que me pareça descabido este aviso. Burro velho não aprende línguas...

Factos são factos

Agora é mais fácil ser campeão em Portugal. Os pequenos continuam pequenos, mas os grandes tornaram-se clubes médios.

Manuel José, Treinador do Al Ahly entrevista ao Público de 12-11-05

quinta-feira, novembro 10, 2005

Lendo


Ando com o "Está a brincar, Sr. Feynman!" debaixo do braço. O livro é um conjunto de histórias contadas na primeira pessoa pelo físico e Prémio Nobel, Richard Feynman.
O subtítulo ilustra bem a obra, "Retrato de um físico enquanto homem", e é disso, realmente, que trata o livro. Das brincadeiras, travessuras, experiências humanas, laborais e ciêntíficas. Fala do homem em contacto com os seus amigos e com desconhecidos, fala do homem que para além de ser génio era antes demais um homem!
Têm sido páginas de risos, sorrrisos e curiosidades várias. Recomendo, se é que a minha recomendação vale de alguma coisa.

quarta-feira, novembro 09, 2005

Nos Blogs

Um exemplo de ética

Todos os maus escritores deviam ter a decência da Inês Pedrosa, e avisar-nos colocando um grande cliché no título. Fica comigo esta noite. Fazes-me falta. Como literatura será péssimo, mas do ponto de vista ético é exemplar. Quem, entre os leitores, poderá dizer que não estava avisado?

Nos Blogs

Asas do fatalismo
Uma vizinha na puberdade passa por mim no hall do prédio. Sai vestida como uma rameira argentina. O fenómeno agudiza-se pelo facto de ser gorda. Sei que é a quantidade de epiderme à mostra que agora lhe vai garantindo alguma navegabilidade social. Um jogo de damas perverso em que permanecem no tabuleiro as peças que se deixam comer. Daqui a 10 anos estará demasiado obesa e roída para almejar projectos maiores do que alimentar os dois filhos nascidos antes dos 20.Nada como apanhar o elevador para ouvir o farfalhar das asas do fatalismo logo pela manhã.

Ou eu sou cego ou não percebo nada de futebol!!!

O portista José Bosingwa foi considerado esta semana, pela Gazzetta dello Sport, o melhor lateral-direito…do globo.

Por curiosidade fica aqui o resto da equipa:

Casillas
(Real Madrid)
Bosingwa (FC Porto) Carragher (Liverpool) Cris (Lyon) Tarnat (Hannover)
Emre (Newcastle) Alan Smith (Manchester United) Ronaldinho (Barcelona)
Henry (Arsenal) Pizarro (Bayern Munique) Tevez (Corinthians)

in A BOLA

Eu só espero que os italianos o coloquem mais algumas semanas no topo, pode ser que abra o apetite a alguma equipa mais necessitada.
Levem-no já em Janeiro!

terça-feira, novembro 08, 2005


A tocar incessantemente no carro, no pc. Juntamente com o Gary Jules.
Os opostos atraem-se, um mais pessimista o outro mais alegre.
Jack Johnson vale a pena descobrir.

Da arbitragem

Cedo percebemos que o problema é do sistema. Nisso o ex-presidente do SCP tinha razão.
A culpa da arbitragem estar como está é da teimosia, das palas da FIFA.
Olhamos para os desportos americanos, e vemos que estes têm espectadores, emoção, espctáculo, dinheiro, estrelas e tecnologia ajustada às arbitragens. O que até faz sentido.
Menos para a FIFA...
Em relação ao nosso futebol já descobrimos que a arbitragem é o elo mais forte. Dizem-se de vítimas, que sofrem de necessidades e desvantagens múltiplas, que não são profissionalizados, e como podiam melhorar se o fossem (tá quieto, oh melga!). e vão ao longo das semanas alterando ao seu gosto o resultado dos jogos. Este fim de semana então foi demais, mas se os jogadores e treinadores estrebucham, se os epectadores olham pasmados, se os jornalistas falam e comentam, os árbitros não...estes queixam-se de cabalas, de injustiças mil, e de algum cisco que entrou, para o olho, no momento errado.
Castigos para os árbitros? Tadinhos...Ontem, Luís Guilherme diziza que há castigos, mas que eles não os torna públicos.
PAssados tantos anos a ouvir sobre a compra de árbitros, viagens e outras prendas, pergunto-me se seria mesmo necessário ou bastava esperar pelas suas actuações.
Nota: Concordo com José Veiga acerca do golo em fora de jogo do Rio Ave, mas devia ter estado calado, já que os dois golos do Benfica são um autêntico teatro, não há nada.
Para evitar ataques Joaninos, confesso que deveria ter havido penalti contra o FCP, mas foi, igualmente, mal anulado um golo ao Hugo Almeida.
Quanto ao jogo do SCP, a bola estava dentro da baliza, mas a jogada é precedida de fora de jogo (o que nos diz muito acerca da capacidade deste fiscal de linha compreender as regras do jogo).

domingo, novembro 06, 2005


Gripe das Aves Posted by Picasa

sábado, novembro 05, 2005

Há coisas que não percebo

Quiseram fazer o Euro, e para isso construíram Estádios. Construíram, não só para o Euro, mas para ficarem feitos. Infra-estruturas modernas, funcionais e com muitas cadeiras.
E hoje, mais de um ano depois, pensamos nos milhares (optimista!) gastos, e na nossa própria vaidade.

E agora, dizem-nos que querem fazer o aeroporto da Ota, e o TGV. E eu penso que eles devem ter muito dinheiro para gastar, devem ter um desejo enorme de enterrar Lisboa. Fazer um aeroporto a uma hora (optimista, ainda!!!) de Lisboa. Devem estar a pensar nos taxistas, devem estar a pensar no excelente sistema de transportes que temos, devem estar a pensar na enorme quantidade de turistas que temos e querem fechar-lhes a porta.

Devem querer optimizar o Fórum Montijo e o FreePort de Alcochete. Devem querer alguma coisa, mas eu confesso, não entendo!

O que eu gostava de ver...

Mesmo, mesmo?
O Scolari a fazer stand-up comedy. Gargalho com as convocatórias...
O homem estava lá para ver, e não viu.
Não viu o fora de jogo que devia ter visto, não viu a bola dentro da baliza.
Não viu e devia ter visto.
Mas não é que os nossos árbitros sejam maus, não, têm é pequenas distrações, ficam a coçar os olhos nos momentos mais inesperados. E assim vamos continuando, a assobiar.

PS. Exulto com as críticas à arbitragem de Coroado na Antena 2. Penso onde é que este homem andou toda a vida, podia ter dado um bom árbitro!
Ao ver os EMAs da MTV uma questão passou-me pela mente: os espectadores mundiais deviam estar a perguntar quem é aquele gajo ao lado do Nuno Gomes:P? E já aora, que língua é que eles estão a falar?

Dúvidas Interiores

Já senti mais do que uma vez que estava na altura de terminar com este blog.
Nunca teve a qualidade que desejei, nem a amplitude. Embora seja uma imagem da minha pessoa, nunca tive o tempo desejado.
Não escrevo sempre que quero, e muitas vezes escrevo sem sentir vontade. Serviu para fazer algumas amizades. para aprofundar outras, para entrar em polemicazinhas (não mais do que isso).
Já senti vontade de dar esta tarefa como terminada, por enquanto continuo...

Within Temptation

Faz-me espécie certo tipo de conversa. Na 5ª Feira fui a um jantar de curso.
Houve vinho e sangria, e também cerveja, como em todos os jantares.
A determinada altura, a conversa (entre as meninas) começou a rondar as questões do coração. Uma delas, já um pouco bebida só sabia dizer uma coisa: Mesmo meio bêbeda, sou fiel ao meu namorado.
Ora, eu até admiro o discurso, mas ouvir o discurso em repeat mode, confesso que chateia um bocado. Admiro quem é fiel, mas desconfio de quem diz que o é a toda a hora, frente a alguns rapazes. Uma coisa é a acção, outra a conversa. Sem querer fazer juízos, e confesso que estou a fazer generalizações, parece-me conversa de quem quer ser tentada, e isso faz-me impressão!

Porquê animais racionais?

Ontem na aula, um dos alunos tentava convencer os outros a discutir mais, falar mais, colocar em causa mais coisas!
A verdade é que nos habituámos demasiado a não questionar nada, dão-nos tudo feito e nós papamos. A informação é-nos dada, e nós aceitamo-la como se fosse uma verdade absoluta, sem rezingar, sem pensar.
Renunciámos ao acto de pensar, somos tudo menos questionadores, e ainda assim vivemos felizes!
Bela cultura, a nossa!

quinta-feira, novembro 03, 2005

CSI 6

Tenho estado a ver a 6ª season de CSI.
Depois do final acelerado e stressante da última série (falamos do episódio de Tarantino - Grave Danger) não sabia muito bem o que esperar.
Os primeiros 5 episódios mostram-nos uma das personagens casada, Nick a sofrer algumas consequências (físicas e psicológicas) do final da época transacta, e uma nova forma de contar as histórias. Confesso que tem sido este aspecto que mais me tem aliciado. Nota-se um desejo pelo formal, a forma como as histórias têm sido contadas e filmadas apontam não para um cansaço e processo repetitivo, mas antes para uma renovação bem conseguida e sempre bem vinda.
Não sei como não sonhei com o 5ª episódio. Não é que seja algo de novo, aliás é mais do que temos vindo a ver e a gostar. Os CSIs são chamados a uma casa cheia de sangue, que aponta para o assassínio de uma família de 4 pessoas, mas onde não há corpos. Sem corpos, não há crimes? (Habeas Corpus)
Se calhar já vimos episódios parecidos com este, mas é a forma como a história está contada, a forma como os sentimentos passam e extravasam do ecrã que faz deste episódio, na minha opinião, um dos mais fortes e belos de toda esta série.

Ainda assim, esta 6ª série tem sido na minha opinião um pouco desequilibrada. Gostei do 1º episódio, do 3º 3 adorei o 5º (o 3 também se encontra numa fasquia muito alta). O 2º e o 4º desiludiram-me um pouco. acabaram por ser fracos pela forma como prometiam muito e pouco deram em troca.
De qualquer modo CSI continua a provar que é uma excelente série, mostrando a pecaminosidade do ser humano, a baixeza, o ódio, a ira, e sei lá mais o quê.
CSI mostra quão baixo o homem pode ir, quão mesquinho pode ser, quão cego...
A não perder...

Liga dos Campeões

Não vi o Benfica, nem vi o golo sofrido pelos encarnados. Por aquilo que li perderam por culpa própria, mas tiveram uma certa dose de azar, acima de tudo não perderam no banco (como acontecera em Old Trafford e, em certa medida, em Espanha).
Mas vi o FCPorto! e não consigo perceber como um treinador que defende o ataque, que diz que nunca mudará a sua maneira de jogar, consegue perder o jogo daquela maneira.
Co Adriaanse perdeu o jogo porque teve medo, porque tirou o melhor jogador em campo (Paulo Assunção) e porque enfiou a equipa na caixinha a jogar com 3 centrais, táctica que nunca resultou este ano, e que dificilmente resultará.
E Pedro Emanuel até pode ter culpa, mas foi, até aí, o melhor defesa do Porto, e se borrou a pintura foi por causa do treinador que exagerou no esforço defensivo.

ED. Esp.

É certo que ainda não eram 8h da manhã.
É certo que era a manhã de 2ª Feira.
Mas há um certo amigo meu que, a tomar o pequeno almoço, e a vermos em conjunto um catálogo da FNAC, depara-se com um título à venda que diz Ed. Esp.!
Comentário do homem: Edição Espanhola? Mas porquê?
Durou 2 segundos, Duh! Edição Especial...
Sindromas de 2ª Feira de Manhã!!!

Dúvidas (im)pertinentes

A RTP2 anda a passar uma série de desenhos animados pedagógicos chamada Ruca.
Vi um ou dois (aos bocejos, confesso) episódios e há uma questão que me atormenta. O Ruca deve ter ente 3 e 4 anos, isto porque já anda e fala correctamente, e porque tem uma irmãzinha que vai dizendo as primeiras palavras; dito isto, a minha questão é: porque é que o Ruca é careca?
Opção estética? Doença terminal? Opção política?
Fico à espera de respostas!

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